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Quando o diagnóstico final não pode ser feito através do exame clínico, de exames de laboratório de Patologia Clínica (ex.: exames de sangue, fezes, urina, escarro...) ou por exames radiológicos. Por exemplo, ao realizar uma endoscopia gástrica o endoscopista vê uma úlcera. Através de uma pinça especial do endoscópio retiram-se pequenos fragmentos do revestimento do estômago na área ulcerada. Esse material é examinado pelo anatomopatologista, que diagnostica se é uma úlcera péptica benigna ou se é um câncer ulcerado. Esse resultado vai determinar o tipo de tratamento e a provável evolução do paciente.
Fonte: Pathus.